Bem Vindo!!!

Pensamento do dia: "Crescer todo mundo cresce, o difícil é evoluir!"

quinta-feira, 20 de março de 2008

Mundo do conhecimento


Você já se perguntou por que a disponibilidade das cadeiras dos ônibus são semelhantes a uma fila indiana em que, durante seu trajeto, você fica rente a nunca da pessoa que se senta a sua frente? Já parou para pensar porque para pagar uma conta no banco é necessário retirar uma senha, entrar numa fila e esperar ansioso a ordem da chamada para ser atendido? Talvez você saiba porque para estar bem vestido você tenha de estar usando uma roupa da moda, ou para ser popular você tem que ter uma extensa lista de contatos. Perguntas bobas, mas que entre muitas outras talvez você nunca tenha se perguntado.


Esta semana uma agência de notícias publicou uma nota que justificava porque a ordem das teclas do teclado não estão em ordem alfabética. Engraçado, talvez você seja um excelente manuseador de um computador e que entenda tudo sobre os programas, lógicas e configurações da tecnologia que mais nos atrai na contemporaneidade e nunca tenha sequer observado que as teclas de seu teclado são um tanto, desorganizadas.


O engenheiro americano Christopher Scholes, inventor do teclado QWERTY, nome dado devido a disposição das seis primeiras letras, patenteou sua criação que foi baseada na padronização da disponibilidade de letras da antiga máquina de escrever no a ano de 1968. As letras que foram organizadas com combinações dos pares de letras mais utilizadas na língua inglesa, foram apenas plagiadas e aperfeiçoadas do modelo já criado pelo parceiro comercial de Scholes, James Desmore.


De acordo com a agência de notícias, apartir da criação, o padrão criado pelo engenheiro tornou-se bastante popular em todo o mundo. Apesar do mercado já oferecer outros modelos de disposições de letras de teclados, no Brasil, cerca de 99% dos teclados estão no padrão QWERTY. Além deste há ainda outros padrões, como o DVORAK, que recebeu o sobrenome de seu criador, o modelo possui todas as vogais do lado esquerdo do teclado e as consoantes mais comuns do lado direito, permitindo uma velocidade de digitação mais rápida. Além desses mais conhecidos há também o ABCDE, XpeRT, AZERTY, cada um recebendo o nome das primeiras teclas do padrões. Porém nenhuma das adaptações do teclado americano se tornou tão popular como o de Scholes.


O filósofo Edgar Morin, grande contribuidor das pesquisas da comunicação, pregava em seu discurso sobre a necessidade de compreender a sociedade sob todos os seus aspectos históricos, sociais, econômicos e, principalmente, a relação entre o consumidor e o objeto de consumo. Talvez esse não fosse o foco de sua pesquisa, mas a indagação da agência ao noticiar a informação acerca da padronização dos teclados leve a sociedade a perceber e a indagar-se sobre outros aspectos importantes da padronização imposta pela sociedade. E aí se faz valer os fundamentos básicos da pesquisa de Morin. O consumidor pode não ter liberdade total, mas tem mecanismos como a auto-seleção para fazer frente a mensagens ou produtos com os quais não se identifica.


Morim destaca em sua pesquisa a necessidade de “uma imagem da vida desejável, o modelo de um estilo de vida, que finalmente esboçam, como as peças de um quebra-cabeças, os múltiplos setores e temas da cultura de massa”.
Apartir de uma auto-reflexão das coisas simples que acontecem ou fazem parte do cotidiano das pessoas seja mais fácil perceber que ao redor existem milhares de coisas e pontos para serem questionados e repensados, para que no futuro sejam percebidas com um olhar mais apurado. Para que as coisas passem a não ser “empurradas” para a sociedade mas sim entendidas de uma plataforma com conhecimento mais elevado.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Quem sou eu... (na íntegra)

Para o texto de abertura de meu Blog não poderia de dizer algumas palavras que penso ser eu, com um pouco de reflexão!


Lídia Mara é uma pessoa que poderia se definir em muitas palavras. Talvez o difícil seria explica-la com apenas uma delas. Excêntrica, gosta de quebrar paradigmas, desafios e vive na busca incessante da utopia. Estudante do curso de jornalismo, está em busca de aventuras e conhecimento e não ousa apontar o futuro. Mesmo com seus idealismos enumeráveis se concentra em viver um dia de cada vez. Imprevisível, tem em sua forte personalidade o carisma de não viver de passado e não guardar em sua memória aquilo que te faz mal.


Natural do signo de aquário não é muito ligada a astrologia mas admite se encaixar em algumas características ditas à aquarianos, principalmente no que se diz respeito a temperamento, personalidade e talvez comportamento. Mera coincidência a seu ver.


Nem tudo são flores, tem um tanto de personalidade forte, e às vezes a convivência pode ser um pouco difícil. Seu maior defeito? O orgulho, com certeza. A cega a ponto de, Às vezes, não perceber que está errada. E admitir seu erro, definitivamente, não é o seu forte, mas admite lutar contra isso.
Sua maior paixão é sem dúvidas sua família, apesar de durona ela guarda dentro de si um bom coração. Nunca almejou ser outra pessoa e se tivesse de nascer novamente, declara que seria a mesma, e viveria tudo igualzinho viveu, porque até os mals momentos contribuíram para ela seja a pessoa que é, seja ela boa ou ruim.


Possui uma grande saudade daqueles queridos que já se foram, Lídia tem medo da morte, não da sua, mas das pessoas que ama. Chora como ninguém, há indícios de baixa no estoque de lágrimas, talvez seja preciso um racionamento. Move seu choro com sentimentos intensos e momentos marcantes e não consegue controlar os seus sentimentos, despejando tudo numa chuva que resseca seus olhos e a faz usar colírios para recompor a demanda perdida.


Apaixonada pela anoite, o dia e a madrugada. Gosta de viver o movimento, as pessoas, festas e bagunças. Vez ou outra opta por programas melancólicos. Valoriza os amigos e as palavras daqueles que sobriamente as dizem em momentos apropriados.


Enfim, definir uma pessoa com tantos defeitos e qualidade não é uma missão fácil.


O que mais posso dizer de mim mesma? Não acredito em destino, acredito em Deus! E que nele e por ele tudo é perfeito. Pois nada nesta vida é por acaso! Não me julgue por ser assim, estou “vivendo o meu dia-a-dia e nada mais me dá prazer além de ser simplesmente eu mesma”. E acredite sou muito feliz por ser assim e ter tantas pessoas queridas comigo.